7 dicas de segurança contra incêndio em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde

A ocorrência de um incêndio em um Estabelecimento Assistencial de Saúde (EAS) coloca em risco a saúde de todos os seus ocupantes. Em estabelecimentos desta natureza, há de se considerar que os problemas de saúde, bem como os problemas de mobilidade podem dificultar drasticamente que grande parte dos pacientes consiga, sem auxílio, abandonar a edificação em caso de incêndio em EAS e, portanto, deve-se trabalhar incansavelmente na prevenção deste risco, no treinamento dos colaboradores e em equipar estas edificações com meios eficazes de resposta para a eventualidade da ocorrência de um incêndio em EAS.

 

Para que o processo de implementação de um sistema de segurança contra incêndio em EAS seja eficiente, devem-se definir claramente quais são os objetivos do Estabelecimento Assistencial de Saúde e quais são suas necessidades operacionais básicas. Com este entendimento, deve planejar e atuar de forma consciente e assertiva na definição do risco de incêndio tolerável para o EAS em questão, com o objetivo de preservar a segurança dos pacientes, resguardar a vida de seus ocupantes e manter a continuidade das operações fundamentais de assistência a saúde.

 

Abaixo citamos sete dicas essenciais para minimizar as consequências de um incêndio em um EAS:

 

  1. Controle de materiais de acabamento e revestimento: A negligência do controle adequado do potencial de inflamabilidade e emissão de gases dos materias de acabamento e revestimento usados na construção de uma edificaçãoe em seu interior podem contribuir de maneira catastrófica para a propagação de um incêndio em EAS.
  2. Sinalização de emergência: Todo estabelecimento assistencial de saúde deve possuir um sistema de sinalização de emergência fotoluminescente adequado. Grande parte dos usuários dos EAS não está familiarizada com a edificação, com os equipamentos de segurança e com as saídas de emergência, necessitando de orientação.
  3. Rotas de fuga e saídas de emergência: As rotas de fugas são proporcionadas por corredores, halls, passagens, escadas, rampas ou outros elementos construtivos para atingir as saídas de emergência de um edifício. As saídas de emergência, por sua vez, são caminhos contínuos, protegidos e sinalizados para que os ocupantes do estabelecimento atinjam a via pública ou espaço aberto que não apresente risco de vida. Em caso de incêndio em EAS, oabandono deve ser feito de forma organizada.
  4. Iluminação de emergência: Um sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes em nível suficiente para permitir a saída rápida e segura dos ocupantes para o exterior oferece iluminação mínima para as áreas técnicas, proporciona a execução de intervenção e a continuidade dos serviços essenciais em áreas específicas, em caso de interrupção ou falha no fornecimento de energia elétrica para o sistema de iluminação normal.
  5. Alarme de incêndio: O sistema de alarme de incêndio é uma das principais medidas de proteção ativa de qualquer edificação, tendo como objetivo propiciar meio confiável de alertar os ocupantes sobre uma situação de risco iminente.
  6. Extintores:Todo Estabelecimento Assistencial de Saúde deve possuir um sistema de proteção por extintores portáteis, projetado e mantido em conformidade com o disposto na ABNT NBR 12.693.Preferencialmente devem ser utilizados extintores tri-classe de alta eficiência por serem muito mais leves, mais fáceis de operar e adequados a todas as classes de incêndio.
  7. Hidrantes e mangotinhos: Além dos extintores é fundamental a existência de hidrantes e mangotinhos para combater incêndios de maiores proporções. Estes equipamentos devem ser dotados de esguichos reguláveis, cujo jato pode ser ajustado entre sólido e neblina.

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